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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

O RIO É UMA CIDADE COMUNICATIVA, APESAR DA REDE GLOBO

Depois de uma deliciosa curtição de férias, retorno às minhas crônicas sobre a vida tal como nos é apresentada e construída. Estive no Rio. Confesso que o meu querido Estado continua maravilhoso, apesar da violência explorada exageradamente pela mídia empresarial. Não vi tantos tiros como a mída insiste em notícias. Aliás, a mídia empresarial é covarde e sem compostura ética. A mídia brasileira é um poder paralelo semelhante aos traficantes ou coronéis dos interiores do Brasil. Fala-se muito em violência do Rio como se outros Estados fossem paraísos do Eden. É bom lembrar que se o Rio tem traficantes, outros Estados têm grileiros, grupos de extermínios, pedófilos e matadores profissionais a serviço de empresários e latifundiários e tantos outros transgressores silenciados pela comunicação de massa. Por exemplo, sabe-se que no Pará ou no interior de Goiás, matam-se cidadãos comuns, não pertencentes a famílias tradicionais, na mesma proporção do que se mata por balas perdidas no Rio de Janeiro. Em São Paulo, a Policia Militar não difere muito do Rio. É truculenta nas periférias da Grande São Paulo. Capão Redondo e São Miguel Paulista têm um dos maiores índices em termos de violência urbana, aos níveis de uma de guerra civil. Em Minas Gerais, donos de terras agem impunimente contra os pequenos agricultores. Um bom exemplo, foi a morte dos fiscais do Ministério do Trabalho em Unaí. Nas regiões praianas nordestinas, convive-se com um dos maiores índices de prática de exploração sexual de crianças e adolescentes, com maior naturalidade e conivência do Poder Público e empresarial. Infelizmente, tais fatos não são apresentados nos órgãos de comunicação conservador na mesma proporção que se faz contra o Rio de Janeiro. Eis aí, fartos exemplos de episódios, estrategicamente ignorados pela imprensa conservadora. Não podemos esquecer que essa mídia, no passado, apoiou deliberadamente a ditadura militar. Hoje, na esteira de um povo que tem memória curta, tenta se apesentar como interlocutora da ética e da informação. O Rio de Janeiro continua lindo, comunicativo e pertencente a um povo alegre. Por motivos de pobreza do passasdo, moro em Brasília e muitos candangos fala negativamente do Rio. Enretanto, no final do ano viajam para a nossa terra. Interessante é encontrar um candango no Rio e ele tentando passar a imagem de pessoa receptiva e comunicativa. Claro que a imagem que se tenta passar é uma propaganda enganosa. O candongóide é um ser mudo, carrancudo e individualista. portanto, soa estranho deparar com um candango na praia e verificar a sua suposta face sorridente.
Se o Rio tem o tráfico, Brasília tem uma gente fria e emergente onde seus filhos brincam de matar índios, pobres e indigentes com os seus carros pomposos e com muita vodka e droga na cabeça. Viva o nosso Rio que só existem traficantes, por que os filhos das classe A e B sobem os morros para consumir muita drogas. Pena que a tropa de elite não tem coragem de botar esses filhos de emergentes terceiro-mundistas no saco. No saco só vai pobre, negro e favelado. O Bope só canta de galo na favela, na periféria e nas cidades satélites. Viva o Rio. Prefiro balas perdidas a com conviver com pedófilos, corruptos e filhos de classe média candanga que usam o poder para livrar-se das féticas cadeias públicas.

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