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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

TO VERGONHA DO MEU DIPLOMA

A cena Medievalista emergida nas catumbas cerebrais dos alunos pseudomoralista na UNIBAN nos remete ao tempo da mulher bruxa e feiticeira, queimadas pela moral cristã e moral Ocidental. Esses mesmos alunos e alunos moralistas, talibânicos e idiotizados pela individualismo bestial e autonomatos, sáo os mesmos que trapaceiam nas provas e furtam textos acadêmicos. Que cheiram cocainas e ainda vão as suas igrejas para aliviarem as culpas e suas estupidez de vigilante da boa moral babaca. A universidade empresarial virou esta coisa mórbida, nauseante e vomitável. Se preocupam apenas em ter alunos para aumentarem suas receitas. A educação privada, com raras exceções, não tem compromisso com a ética, cidadania, solidariedade e diversidade humana. Querem alunos que possuem cartões de créditos, carros luxuosos e roupas cobertas de etiquetas. Estes são os critérios de alunos-clientes. Esses mesmos alunos são os mesmos que cassam professores dotados de titularidade acadêmica. Sáo os mesmos alunos delatores que abrem a boca para falar merda, preconceito e idiotice. Quando penso nos meus diplomas de graduaçao fica morrendo de vergonha. A vontade que eu tenho é de resgá-los. Afinal, antes de entrar a faculdade já tinha um saber denso, refinado e já lia muito. Fui para faculdade apenas para tirar o diploma. Afinal, é duro ficar ouvindo merda de professores que apenas se transformaram em papagaio de piratas e se ocupam apenas em repetir os escritos de mentes alheias. O curso de direito é um bom exemplo de um curso que o aluno fica restrito a repetir código e assimilar o pensamento de doutrinadores e jurisprudencialistas. Tenho asco e raiva dos metastases graduados Caetano Veloso e ignara Regina Duarte. Tenho receio dos graduados, pois em 500 anos de governança nada tinha mudado no Brasil. Prefiro ir a casa da minha mãe semi-escolarizada e ouvir as sua sabias e palavras a ouvir um diplomado asno, reprodutor e sem criatividade. Viva Geisa. Visa as mullheres libertárias vítimas de alunos bossais da cidade mais rica do País e mais talibânica em termo de hipocrisia e moralismo. Tenho nojo dos graduados e pós graduados!!!

terça-feira, 27 de outubro de 2009

PI

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Vida simples! recuperá-la é preciso!!!

Percebe-se que quando ascendemos social e profissional perdemos gradativamente o jeito simples de ser. Se outrora andávamos desvergonhadamente com os pés e chinelos pelas ruas, nos meios da poeira e debaixo da chuva; hoje deitado esplendidamente num automóvel confortadamente.
Andar custo tempo; Custa-se dinheiro e perde-se tempo. Sorrir ficou para momentos programados. Chorar só quando estimulado por uma força midiática e simbólica. Tempos outrora o sorriso era voluntário, imprevisto e andante. O brincar implicava-se suportar-se mutuamente, sem o risco de alguém perder a estribeira e lançar-se belicamente conra o seu suposto ofensor.
Andar fazia bem para o coraçao, para alma e para o olhar. Andando-se com os pés, enxerga-se mais. O olhar é multiforme ao contrário do automóvel que nos dá sensaçao de andar de cabresco e viseira. No olhar quadrante ver-se táo somente objetos de quatro rodas enfurecidos, apressados, etiquetados e de seres robotizados.
Quão maravilhoso os tempos do uso dos pés. A chegada era mais longa e dmorada. Mas o andar até ao chegar fazia bem e nos trazia gratas surpresas. o andar me permite parar, improvisar e papear , exceto em Brasília. Aliás, andar pelas ruas de Brasilia é sentir-se humilhado, indigente e invisível. Como é cruel ser cidadão sem automóvel nas terras de JK.!!!!
Vida simples. Vida nostalgica. O hoje, amanhã sérá o passado. o que lembrar do hoje quando se transformar num passado? O que é o hoje se não um hoje sem humano e recheado de etiqueta e status quo. O hoje é hoje do ser esvaziado do ser e aprisionado pelo ter desenfreadamente e abençoadamente. Vivamos o presente mais não esquecemos de deixar um bom presente para o futuro. Qual será o nosso bom presente que deixaremos a exemplo dos nossos antepassados???

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

CARREFOUR RACISTA

A direita e a esquerda brasileira tem algo em comum. Insitem em dizer que o problema do negro é um problema meramente social. Superado a pobreza , o negro está livre do racismo! Ouço isto todos os dias na minha militância, no trabalho e na cotidianidade.
No entanto quem é negro de classe média sabe muito bem que essa conversinha de racista sofisticado e amigável não condiz com a nossa dura realidade. Se moramos numa região chic, o branco olha atravessado, inconformado e até indignado. Lembro-me quando mudei para um condomínio chic e no imóvel , ao chegar na portaria do nosso jeito espontâneo de ser, o porteiro me disse na volta que uma determinada moradora branco, residente num apartamento menor do que o meu, lhe perguntou: "quem era esse sujeito esquisito de tranças e vestido de não-branco?" O porteiro, um rapaz gay negro, educamente lhe falou: "Esse sujeito estranho é dono de um apartamento de 4 quartos". Ela saiu sem graça e ele danou a rir e vingou-se por raro momento.
Esta é a dura vida do negro que tem carro, apartamento chic , etc... É o policial que nos olha com ódio ao saber que ganhamos mais do que ele. É o segurança de um banco, geralmente um branco frustrado e fracassado que resolve descarregar a sua incompetência de imigrante decante. É no trabalho quando você exerce um cargo de direção e eles nos olham com revolta. Afinal, nem todo dia tem um negro num cargo público.
É duro para um branco que veio na condição de imigrante europeu e deparar com um negro que veio escravo e o ultrapassou pela viameritocracia. Não ganhou terra no Sul e Sudeste.
Somos do cacete!!! Chegamos escravos! Saímos das senzalas sem eira e beira e fomos longe, mesmo sofrendo discrinminação e criminilização.
Abaixo o racismo do Carrefour de Osasco que sempre usou o racismo como meio de proteção de seu patrimônio.....

segunda-feira, 20 de julho de 2009

MÍDIA CANALHA E FASCISTA!

Participei recententemente de um debate sobre Ética e Transparência promovido pela Ouvidoria Parlamentar da Câmara dos Deputados. Estiveram os principais editorialistas da imprensa empresarial e pró-ditadura militar. Lá esteve Dora Kramaer, Merval, Eugênio Bucci, o presidente da Transparência Brasil, Castelo Branco e outros. Começaram com um tom professoral e sacerdotal, dando a entender serem porta-vozes da moralidade e ética. Pareciam seres representantes de entidades ilibadas e imaculadas. Fizeram suas narrativas circunstâncias, desprovidas de autocrítica institucional e histórica. Os parlamentares ouviram tranquilamente. Terminado o sermão midiático, passou-se a palavras aos parlamentares. Fiquei de alma lavada quando um deputado recem chegado á

sexta-feira, 26 de junho de 2009

MICHAEL JACKSON SE FOI!!!!!!

Não quero falar das contradiçoes ocorridas na vida desse grande irmão da minha raça. Ele mudou a estética da música. Criou novo marco artísitico. O mundo da arte popular. Popular é o cacete!! toda arte é arte em si mesma, mesmo a contragosto dessa arte escrota e sacralizada nos museus dos olhos azuis. Michael Jackson foi o cara! Nasceu no gueto norteamericana. Criou o estilo dançante se passar pelas estupidas academias de danças militarizadas. Ele superou o quase insuperável no mundo dos fundamentalistas e racistas daquele País. Michael Jackson inovou. A raiva é grande! um negro inovando, criando; dirigindo e estetizando o palco é algo sublime e revolucionário. Superou os mitos de olhos azuis da cultura pop Ocidental.
Sua dança é contagiante, litúrgica e fenomenal. Ouví-lo é um bálsamo e êxtase. Suas músicas misturava consciëncia etnica e crise identitária. Ninguém vai tirar o seu mérito, mesmo errando, mesmo embranquecendo-se.
O mundo ficou mais pobre de espírito, de energia e de criatividade! Morreu um herói desfigurado pela orda racista! Sua continuará a alimentar a vida dos guetos, das periférias e das almas generosas.
O mundo ficou muito chato! Os criativos, os revolucionários, os rebeldes, os "sonhadores" e os utópicos estão indo embora!
O mundo estar ficando chato nas mãos dos normais, dos ilibados e dos militarizados!
Tive o privilégio de assistir o show dos JACKSONS 5 em Brasília. Nunca mais o tirei da mente.
Michael Jackson é a expressão da nossa luta. Somos Michael Jackson diariamente. Diariamente somos cobraos para comportamos iguais aos brancos.!
Diariamente intentam contra nós para vestirmos e pensarmos iguais aos olhos azuis.
Somos Michael Jackson na dor que sofremos contra o racismo que está presente na educação familiar, escolar e religiosa.
Ele náo suportou esta luta interna de uma alma ferida pela sociedade racista.
Serei eternamente Zumbi dos Palmares! Eternamente Mandela! Eternamente Stive Biko! e eternamente Michael Jackson.!
Sua dança é a dança da alma do povo negro. É a dança de conforto frente a diáspora dos africanos.
Sobreviva Michael Jackson em nossas vidas. Trilhemos sem termos dúvidas se somos black ou white.

Amo seu estilo música. Suas músicas alimentam a minha alma e fortelece as minhas convicções históricas, ética e racial.
Até breve grande irmão MICHAEL JACKSON. O Seu espírito continuará alimentando a nossa militância contra o racismo.
Quero um dia estar ao lado noutro mundo, chamado de sobrenatural.

sábado, 6 de junho de 2009

EM DEFESA DO BANCO DO BRASIL E DA CEF

Nos anos 90 viviamos a era da euforia em prol do Estado mínimo. A ordem era privatizar, tendo como seu porta-voz o FHC, o intelectual da elite tradicional e escravocrata paulistana, o "letrado" de Sobornne". O Estado sofria enormes ataques pela sua ineficiência e concentralismo econômico. Telebrás, Vale do Rio Doce e tantos outros submetiam a todo tipo de desqualificação conceitual e funcional. Lembro muito bem quando a Telebrás foi privatizada, os "pais de Santo" do Consenso de Washington diziam que teríamos a "saudável concorrência" e que os preços dos serviços telefônicos, talibanicamente baixariam. Naquele tempo, cansava em advertir a população brasileira que no primeiro momento, ficariamos encantadas em adquirir os produtos facilmente, mas com decorrer do tempo estes produtos seriam embutidos nos preços dos serviços telefônicos. É verdade que o estatismo da telebrás privilegiava uma minoria que tinha acesso à linha telefônica. Contudo, é importante dizer que a privatização também não diminuiu o custo operacional para os clientes. Quem tem uma linha telefônica do tempo anterior ao atual privatizado perceberá que, hoje se paga muito caro pelas ligações. Além disto, vivemos um tempo novo de oligopolio telefônico. Cada vez mais ocorre fusão numa clara e sutileza caminhada ao monopolio privado. As empresas menores estão sendo devoradas pelas transnacionais. É questão de tempo, caminhamos para o triunfo de uma única empresa. Viva a privatização onde as empresas estatais foram vendidas por sistema de cotas, ou seja financiadas pelo BNDES!!!!. Comprou-se empresas com dinheiro público. Foi uma venda altamente vantajosa para a economia privada. As estradas estão asfaltadas, os preços altamente caro. Viva a sociedade privatizante, capitalista onde a classe média, sempre mítica e estúpida, acredita em mais do "Papai Noel". Só essa cínica classe média da Avenida Paulista, do lago Sul e da Zona Sul do Rio acreditou que a privatizaram importaria numa pressuposta competição de preços e redução de custo. Graças a esta ignóbil classe média, a massa subalterna, também acredita, na idéia de deus montéista. Ambos estão empatados em termos de crendice, folclore e kitsch: os pobres acreditam num deus e a classe média na privatização e no individualismo.
Estou pensando se valou apena eu ter cursado 3 superiores, a pós e o mestrado e publicações. Achava o canudo era a certeza de eficiência, soberania, autodeterminação e independência nacional. A Turma reprodutora do Consenso de Washington fez-me ter vergonha e desilução com a vida acadêmica. Afinal, para que serve a Universidade, senão para criar bonecos reprodutores do pensamento colonialista. Eu tenho vergonha do ser graduado! Vou voltar a me reconstruir com a sabedoria popular e dos iletrados!!!!!!! Afinal, eles são menos preconceituosos, arrogantes e capachos da dogmática Ocidental. Vou queimar todos os livros escritos pelos racistas e fascistas de "Olhos Azuis" terceiro-mundista!!!!!!!! Não acredita mais nas suas versões históricas, teológicas, éticas e científicas. A brincadeira acabou, pois a luta é realmente de classe social e racial.
Ah! é bom ressaltar que a exemplo da proposta de constitucionalização da Petrobrás, sugiro aos ex-profetas do Estado mínimo, incluir o Banco do Brasil e a CEF. Até porque, nos tempos da atual crise, nenhum banco privado pensou no patriotismo e se predispõe a aumentar a oferta de financiamento. Graças aos bancos estatais, a economia brasileira suportou bem a derrocada do neoliberalismo, sob a batuta desse operário, de quatro dedos, que tanto nos orgulha e, principalmente se identifica com os pobres, negros, homoafetivos e índios.
EU TENHO VERGONHA DE DIZER QUE SOU GRADUADO!!!!!!!! TENHO VERGONHA DE DIZER QUE ESTOU CLASSE MÉDIA!!! Graças a minha formação familiar, orientado por uma mulher "sem diploma" que ainda não enveredei para o mundo das drogas. O mundo camuflados pelos livros dos "olhos azuis" letrados, perfumados e euro-americanizados, certamente é um mundo sem tesão e se vontade viver. Viver para os letrados é ficar em redoma e num mundo hermético e do pseudoconcreto.

terça-feira, 7 de abril de 2009

QUEM FOI POBRE ENTENDE ADRIANO

Hoje li nos jornais que esse Adriano, esse fenomenal jogador, vem curtindo uma doce nostalgia. Diz a imprensa que ele está deprimido para justificar a busca do seu refúgio na favela. Diz ele que nasce e ficou até a adolescencência na favela e que amo muito o seu lugar de menino pobre. Quem nasceu entre os pobres; cresceu profissionalmente e transformou-senum ser de classe média ou pessoa rica, vai entender perfeitamente o que ele está passando. Num mundo cruel, de aparência e de faz de conta, ser transparente, sensível e humano tornou-se algo herético. A onda é disfarçar a tristeza e o jeito insosso de ser classe média. Adriano demonstrou ser uma pessoa altamente humana e que não perdeu o seu jeito de ser menino simples. A vida seria mais prazeirosa se tivessemos coragem de assumir a nossa própria couraça. Sei o que ele está passando e sentindo. Quem nasceu menina pobre sabe o que é brincar na terra, compartilhar a carne de segunda com os vizinhos, ri e chorar junto. Na favela ou na periferia, tirando a miséria da localidade, a vida é vivida com intensidade e alegria. Na favela as dificuldades de ser cidade favelado e ou periférico, jamais tira da alma dessa gente a vontade de viver. Chegar na casa de um favelado é encontrar sempre uma panela pronta para ser servida ou tomar aquele deliciosa café feito na hora e com alegria. Na favela não se marca horário e agenda os encontros. Na favela pessoa é sempre benvinda nas casas, nos barracos e nos morros. Todos se conhecem. Na favela, eu sei quem é o meu vizinho. Lá se identifica pelo nome. Temos nomes. Na favela todos se alegram com a vitória do vizinho. Sei o que Adriano está sentido. A vida árida, tediosa e de aparência da classe média e rica é tão vil que a infância pobre será uma eterna lembrança dos bons tempos da solidariedade, da brincadeira criativa e do sorriso constante de cada pessoa que nos avizinha. Lá o sorriso é de graça. Não se paga 120 reais para sorrir num show programado. Lá espontaneidade é natural e o sorriso é constante.

quinta-feira, 19 de março de 2009

PARA QUE SERVE A ESCOLA?

O notável Ivan Illich escreve no século passado uma magistral obra intitulada "Sociedade sem Escolas". Fez crítica ao formalismo pedagógico e estupidez dos letrados que só têm a função de reproduzir uma mente hierarquicamente superior sem a devida reflexão. O curso de direito é uma bela expressão dessa educação idiotizada. É um dos poucos cursos que se coloca professores que apenas ocupam funções publicas sem o título. Na sala depara-se com toda espécie de especialistas em senso comum jurídico. Boa parte se prestam apenas em reproduzir o pensamento da doutrina numa forte semelhança aos religiosos que ficam apenas repetindos os textos sagrados. O pseudo magistrado fica lendo um texto legal com a lente dos iluminidos. É por isto que o direito tem estreita relação com a religião. Ali o sagrado e o profano se incorporam numa mesma linguagem, dogmática e ritualidade. Delegados, juizes, promotores e advogados ocupam a sala para promover recital talibânico das leis, doutrinadores e jurisprudencialistas. A maioria, na falta de capacidade exegética e hermenêutica usam piadas de baixo gosto de cunho sexista, racista e preconceito social. Nestes 4 anos de curso percebi que o curso de Direito é um curso técnico, de aprendizado de recitações e ritualismo. Direito é uma invenção da baquice burguesa e emergente. É uma crendice da classe média idiota e imbecilizada. Via de regra são regidos por professores sem titularidade, produção acadêmica e científica e ficam nas salas contandos os seus sucessivos profissionais. Afinal, o que esperar de um graduado transformado em professor? O que esperar de um professor da área jurídica que se assemelha ao analfabeto funcional. É duro pagar um curso caro e ter que submete-se a tirania da decoreba e das provinhas objetivas como se as palavras tivessem sentidos unívocos. O curso de Direito no Brasil é curso de aprendizado animal que não requer racicionio crítico e análico. Basta apreender a verborréia do professor e decorar as leis, pronto tira-se nota máxima e é só festejar a mediocridade dos professores e cumplicidade dos alunos. Ainda bem que existe seres pensantes como Luiz Alberto Warat, Raul Zaffaroni e pouquissimos juristas brasileiros que servem de alentos para raríssimas cabeças pensantes do mundo jurídico brasileiro. Penso como seria ser governado por um desses juristas de sala de aula e do staff público. Seria a tirania da mente juridica acefálica. Professor de Direito é um ser de quinta categoria que insiste em ser jurista sem ter titularidade acadêmica e científico. Pior do quer governado por um metalúrgico é ouvir piadinha de advogadinho formados em universidade particulares. professor universitário sem título acadêmico é semelhante a papagio de pirata. Entram em sala de aula apenas para reproduzir as vozes dos livros. KKKKKKKKKKK . O cara ganha um dinheiro de honorários e compra um carro possante e se prestam apenas revelar a sua babaquice jurídica em sala de aula. É por isto, que o aluno termina a gradução e depois fazer mais três de reaprendizagem nos cursinhos do Brasil aforam. Viva esses seres que dão aulas que se dizem professores só porque exercem carguinhos no Judiciário e nas Delegacias. Já dizia Mário Quintana: "O analfabeto é o que não sabe ler. É o que sabe ler e não ler". Amanhã volto com mais baboseira do curso de Direito.

terça-feira, 17 de março de 2009

MENTE URBANÓIDE GERA ESTE ESTRANHO SER MOTORISTA

Sou destes motoristas que alcancei o sucesso profissional e comprei um carro-poluidor para contemplá-lo, enquanto enfrento o caótico congestionamento. Gosto muito do meu carro! Vejo todos os detalhes internos. Gosto mesmo é de olhar para a velocidade máxima que ele pode chegar. Fico, ao mesmo tempo, olhando para aquele número (220 quilômetros) e para aquela fila imensa de carros enfileirados. Fico pensando como alcançar aquela velocidade nos centros urbanos, sabendo-se que milhares de carros andam em fila militar, numa velocidade máxima de 60km. Penso o que fazer com os outros 160 quilômetros. Tenho um carro animal, possante e poderoso mas que diante do congestionamento anda melancolicamente a passos de tartaruga. Pelo menos este poderoso objeto, veloz, serve para uma exibição pública diante dos demais carros. Carro possante só serve para isto. Tudo bem! decepção à parte! Outra coisa que gosto de contemplar são as frases de cunho ambiental. "Ecosport", "Preserve a natureza" e tantos outros. Legal vê-las em carros esportivos, soltando fumaças escuras. Penso como um motorista tem a cara de pau de colocar no seu objeto móvel poluídor, uma frase de suposta consciência ecológica. Os especialistas sobre o meio ambiente têm dito que o carro é um dos grandes vilões do processo de destruição da natureza. E é verdade! Aqui em Brasília, impera-se a ditadura do automóvel. Congestionou-se? Derruba-se árvores; destrói-se calçadas, campos de futebol, pracinhas, tudo para satisfazer a vontade do senhor de quatros rodas. Os carros são os senhores dos senhores. Estacionam nas calçadas e nos gramados, sem deixar os seus donos constrangidos. Onde houver um cantinho, não importa as consequências ambientas, vale colocá-lo. Ningúem pode detê-lo. Se deixa até em frente às residências particulares ou em pátios de creches e escolas. Ele tem completa prioridade sobre a vida humana e o meio ambiente. Tanto é verdade que matar alguém com um automóvel é um negócio altamente compensador e certo da impunidade. Sabe-se que no Brasil mata mais com o carro do que armas letais. Pena que a grande mídia insiste em esconder estes dados. Enfim, enquanto prevalecer o ser motorista embrutecidos e desligado da consciência ambiental, haverá mortes de inocentes e destruição total da natureza. Precisamos retomar a nossa condição de ser humano, pois a condição de ser motorista está nos levando, irremediavelmente, a uma destruição do planeta e da espécie. Enquanto eu poluio vou correndo na loja comprar um adesivo: "salve a floresta amazônica.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

PARA QUE CRER NUM DEUS?

Tive uma experiência de 20 anos de cristianismo. Foi uma experiência condicionada e imperativa. Quem nasce num lar religioso é condicionada a andar e crer conforme a vontade dos pais. O seu mundo é construído a partir do olhar arbitrário, restritivo e dirigido. Nasce crendo que o mundo é lugar criado por ser transcendente e que este ser chama-se "deus". Respiramos 24 horas idéia de que ele é o criador e condutor de todas as coisas. A sua experiência é a experiência de apenas incorporar este ideal traçado sociedade teocrática. A imposição de uma religiosidade na vida de uma criança é uma espécie de infantício existencial e mental. Tira da criança o direito de experimentar a vida por si só. Cresce num ambiente sem direito a questionar e construr a sua própria condição humana e social. O Deus passado é um deus contraditório que ao mesmo tempo ama , castiga; ao mesmo tempo é onipresente, é ausente.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

O RIO É UMA CIDADE COMUNICATIVA, APESAR DA REDE GLOBO

Depois de uma deliciosa curtição de férias, retorno às minhas crônicas sobre a vida tal como nos é apresentada e construída. Estive no Rio. Confesso que o meu querido Estado continua maravilhoso, apesar da violência explorada exageradamente pela mídia empresarial. Não vi tantos tiros como a mída insiste em notícias. Aliás, a mídia empresarial é covarde e sem compostura ética. A mídia brasileira é um poder paralelo semelhante aos traficantes ou coronéis dos interiores do Brasil. Fala-se muito em violência do Rio como se outros Estados fossem paraísos do Eden. É bom lembrar que se o Rio tem traficantes, outros Estados têm grileiros, grupos de extermínios, pedófilos e matadores profissionais a serviço de empresários e latifundiários e tantos outros transgressores silenciados pela comunicação de massa. Por exemplo, sabe-se que no Pará ou no interior de Goiás, matam-se cidadãos comuns, não pertencentes a famílias tradicionais, na mesma proporção do que se mata por balas perdidas no Rio de Janeiro. Em São Paulo, a Policia Militar não difere muito do Rio. É truculenta nas periférias da Grande São Paulo. Capão Redondo e São Miguel Paulista têm um dos maiores índices em termos de violência urbana, aos níveis de uma de guerra civil. Em Minas Gerais, donos de terras agem impunimente contra os pequenos agricultores. Um bom exemplo, foi a morte dos fiscais do Ministério do Trabalho em Unaí. Nas regiões praianas nordestinas, convive-se com um dos maiores índices de prática de exploração sexual de crianças e adolescentes, com maior naturalidade e conivência do Poder Público e empresarial. Infelizmente, tais fatos não são apresentados nos órgãos de comunicação conservador na mesma proporção que se faz contra o Rio de Janeiro. Eis aí, fartos exemplos de episódios, estrategicamente ignorados pela imprensa conservadora. Não podemos esquecer que essa mídia, no passado, apoiou deliberadamente a ditadura militar. Hoje, na esteira de um povo que tem memória curta, tenta se apesentar como interlocutora da ética e da informação. O Rio de Janeiro continua lindo, comunicativo e pertencente a um povo alegre. Por motivos de pobreza do passasdo, moro em Brasília e muitos candangos fala negativamente do Rio. Enretanto, no final do ano viajam para a nossa terra. Interessante é encontrar um candango no Rio e ele tentando passar a imagem de pessoa receptiva e comunicativa. Claro que a imagem que se tenta passar é uma propaganda enganosa. O candongóide é um ser mudo, carrancudo e individualista. portanto, soa estranho deparar com um candango na praia e verificar a sua suposta face sorridente.
Se o Rio tem o tráfico, Brasília tem uma gente fria e emergente onde seus filhos brincam de matar índios, pobres e indigentes com os seus carros pomposos e com muita vodka e droga na cabeça. Viva o nosso Rio que só existem traficantes, por que os filhos das classe A e B sobem os morros para consumir muita drogas. Pena que a tropa de elite não tem coragem de botar esses filhos de emergentes terceiro-mundistas no saco. No saco só vai pobre, negro e favelado. O Bope só canta de galo na favela, na periféria e nas cidades satélites. Viva o Rio. Prefiro balas perdidas a com conviver com pedófilos, corruptos e filhos de classe média candanga que usam o poder para livrar-se das féticas cadeias públicas.