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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Lula Contra a Folha, apoiadora da Ditadura Militar

“Uma vez estava almoçando na Folha de S.Paulo e o diretor me perguntou: como é que você quer governar o Brasil se você não fala inglês? [...] E eu disse para ele: alguém já perguntou se o Bill Clinton fala português? Eles achavam que o Bill Clinton não tinha obrigação de falar português. Era eu, o país subalterno, colonizado, que tinha que falar inglês”. Foi isso o que disse Lula ao chegar para o comíco em Dourados, cidade governada pelo PDT no Mato Grosso do Sul.
Lula afirmou ainda que irá terminar o mandato “sem precisar ter almoçado em nenhum jornal nem nenhuma televisão”. “Também nunca faltei com o respeito com nenhum deles. Já faltaram comigo. Se dependesse de determinados meios de comunicação, eu teria zero na pesquisa, e não 80% de bom e ótimo como temos nesse país”, completou.
O trecho acima, do G1, mostra como cada vez mais Lula está aproveitando o processo eleitoral para evidenciar como há um conflito político-ideológico entre a vontade popular e a grande imprensa.
Lula, ao falar em Campo Grande, se disse vítima de preconceito no passado, criticando a “ignorância dos que me achavam ‘anarfa’ [analfabeto]“. “Tuso o que aprendi sobre caráter aprendi com minha mãe analfabeta”.
Os homens “finos” locais, os do “primado espiritual”, estão apoiando um troglodita como André Puccinelli ao governo do Mato Grosso do Sul, que disse que ia “estuprar em praça pública” o “veado maconheiro” do Ministro Carlos Minc.
Eu torço com todo o coração pela vitória de Zeca do PT em Mato Grosso do Sul. com Dagoberto Nogueira, do PDT, como senador.

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